Um guia amigável para o mar perto de você: qual praia está boa para nadar hoje e qual é o melhor horário amanhã. É feito com dados públicos, em código aberto, como ciência cidadã, e diz "sem dados" quando não sabe.
marola.dev: o mapa ao vivo (Florianópolis, Rio de Janeiro, Salvador) · docs.marola.dev: como usar e como construir o marola
- Aberto e sem fins lucrativos. Boa parte dos dados do oceano no Brasil está com quem é dono deles, e sem esses dados ninguém prevê qualidade da água, desastre climático ou acidente ambiental. Uma organização sem fins lucrativos que promete compartilhar tudo pode pedir esses dados; mais uma empresa não poderia.
- Primeiro a qualidade da água. O saneamento no Brasil está longe de resolvido, então o marola começa pela pergunta "dá pra entrar nessa água?". Um ranking nacional de balneabilidade está em discussão.
- Um super app da água. Um lugar só que te entrega a resposta, e não as ferramentas: o que a Sequoia chama de services as software.
- Código aberto, para durar. Com IA, o código deixou de ser o segredo. O Brasil precisa de projetos que durem mais que as pessoas e os governos que os começaram.
- Parceiros, não dinheiro. Aceitamos armazenamento, horas de GPU ou dados de empresas, com crédito discreto no site. Sem anúncios e sem rastreamento.
Um projeto, vários repositórios pequenos: um monólito distribuído. Um plano e regras em comum deixam os agentes de IA verem o todo, enquanto cada repositório tem os próprios testes e releases e fixa as versões publicadas dos outros em vez de ler o código deles.
O marola começou num repositório só. Em setembro de 2026, essa árvore única obrigava tudo a passar pelo mesmo build: uma mudança de CSS no mapa esperava o Scala compilar, e as sessões de agente em paralelo precisavam de mais de 30 worktrees para não pisar umas nas outras. Separar em repositórios resolve os builds, mas perde o que o repositório único fazia melhor: um agente enxergava o projeto inteiro de uma vez.
O guarda-chuva (umbrella) fica com as duas coisas. O marola
não tem código, só a camada do time (planos, regras, a lista de fases, o site de docs) e cada um
dos outros repositórios como submódulo git. Clonando com --recurse-submodules, o projeto todo
volta a ser um diretório só, com as regras comuns na raiz e as regras de cada repositório dentro
dele. Cada repositório continua compilando, testando e lançando versões sozinho, e só conversa com
os outros por artefatos versionados que ele fixa.
A ideia é antiga: um "meta-repo" que junta vários repositórios num espaço de trabalho, como faz o
manifest do repo do Android. O marola
adotou o padrão na
MIP-0070 (30/09/2026),
que também lista as alternativas descartadas.
| Repositório | O que guarda |
|---|---|
| marola | O guarda-chuva: planos (MIPs), regras, o site de docs, cada repositório como submódulo |
| marola-app | O produto: Scala 3 + Kyo, a nota e o veto de segurança, a CLI e o servidor MCP |
| marola-site | O mapa em marola.dev |
| marola-oods | O Open Ocean Data Store: um arquivo aberto de praias e qualidade da água |
| marola-corpus | O conhecimento sobre o mar, com fontes, de onde o marola responde |
| marola-ml | Compilação de prompts, o fine-tune do marola-sea, o portão de benchmark |
| marola-devkit | Ferramentas de desenvolvimento, hooks, workflows e o plugin do Claude Code, em comum |
| marola-skills | O catálogo de todas as skills e subagentes do Claude Code nos repositórios |
| marola-agents | O inventário de todos os agentes que o marola usa ou planeja |
| marola-research | Ciência |
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